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Cresce número de empresas sociais em São Paulo, segundo a Endeavor


Uma série de motivos são responsáveis por levar alguém a abrir o seu próprio negócio, como por exemplo, a independência de trabalhar sem precisar prestar contas ao chefe e o lucro, mas além dessas razões, também existe um grupo de empreendedores brasileiros cujo maior objetivo em ter o seu próprio negócio é ajudar as pessoas e exercer uma função social, informa o empresário Flavio Maluf.

Segundo uma pesquisa divulgada recentemente pela Endeavor, instituição responsável por apoiar o empreendedorismo, que tinha como intenção entender melhor como esses empreendedores sociais atuam no Brasil, especialmente no estado de São Paulo, esse segmento de empreendedorismo social tem crescido em várias partes do mundo. De acordo com o relatório do estudo, esse tipo de negócio tem movimentado cerca de 60 bilhões de dólares em ativos em âmbito global, com um aumento de aproximadamente 7% ao ano. Em relação a São Paulo, a instituição constatou que a região possui um ecossistema propício para o desenvolvimento de empresas sociais, porém, o mesmo ainda está dando os seus primeiros passos e é representado atualmente por micro empresas e negócios de pequeno porte, sendo essa a razão pela qual esse segmento ainda permanece pouco conhecido entre o grande público, noticia Flavio Maluf.

O estudo alerta que a eficácia desse ecossistema de empreendedorismo social tem sido mais limitada porque ainda é relativamente baixo o número de empresas que estão conseguindo evoluir e se desenvolver ao ponto de se tornarem negócios de médio e grande porte. Por causa disso, ressalta o empresário Flavio Maluf, a habilidade das empresas do setor em se sustentarem ao longo prazo também pode estar comprometida. Porém, também foram identificados alguns aspectos positivos nesse estudo, sendo o principal deles o fato dos empreendedores sociais terem uma grande tendência em ajudarem e fazerem negócios entre si. Além disso, eles não ajudam apenas os empreendedores sociais que trabalham no mesmo segmento, mas também aqueles que atuam em áreas completamente distintas, segundo a pesquisa da Endeavor. 

Para comprovar essa premissa, o estudo destacou o caso da startup social Geekie, a qual influencia direta ou indiretamente três negócios sociais, informa Flavio Maluf. Quando perguntado sobre a questão, um dos fundadores da empresa, Claudio Sassaki, afirmou que o auxílio aos outros empreendedores sociais é um dos valores intrínsecos de sua empresa. A Geekie consiste em uma plataforma de estudos online cujo objetivo é ajudar os estudantes a obterem resultado positivos na prova do Enem.

A partir do estudo, é possível chegar a conclusão de que o principal desafio das empresas sociais é conseguir manter os seus propósitos e valores sem deixar de lado a questão financeira, destaca o empresário Flavio Maluf, pois conseguir se manter no mundo corporativo de forma lucrativa é uma tarefa cada vez mais difícil. Mas esse não é o único desafio dos empreendedores sociais. Além disso, eles também precisam conseguir lidar com a falta de regulamentação legal para as empresas desse segmento, pois ao contrário de outros países, que já elaboraram designações oficiais, no Brasil ainda não existe esse tipo de regulamentação.

Fonte: Exame 

"Este conteúdo de divulgação comercial é fornecido pela empresa Dino e não é de responsabilidade de EXAME.com"
http://exame.abril.com.br/negocios/dino/noticias/cresce-numero-de-empresas-sociais-em-sao-paulo-segundo-a-endeavor.shtml

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