ONG denuncia estragos da corrupção em todo o mundo


Pedro Ladeira/AFP
Supremo Tribunal Federal brasileiro julga o "Mensalão", um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil, em 25 de outubro
Supremo Tribunal Federal julga o "Mensalão", um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil: o país subiu quatro posições no ranking da corrupção e agora ocupa a 69ª posição

Berlim - A corrupção continua fazendo estragos no mundo e prejudica, em particular, os países mais atingidos pela crise na Eurozona, como Grécia e Itália, segundo relatório anual da Transparência Internacional publicado nesta quarta-feira, em que o Brasil ocupa a 69ª posição no ranking da ONG alemã.

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Na América Latina, os países mais virtuosos são Chile e Uruguai, que compartilham a 20ª posição com uma nota de 70 pontos em 100, e o mais corrupto é a Venezuela, situado junto com o Haiti na 165ª posição com 19 pontos, na frente apenas de Iraque, Uzbequistão, Somália e Afeganistão.
O Brasil, por sua vez, subiu quatro posições e agora ocupa a 69ª posição com 43 pontos, atrás da Costa Rica, com 54 pontos e no 48º lugar, e de Cuba, em 58º.
São seguidos por El Salvador, Jamaica, Panamá e Peru, que dividem o 83º lugar, Colômbia, em 94º, Argentina, que ocupa a 102ª, além de Bolívia e México, em 105º.
A Guatemala está em 113º, a República Dominicana em 118º, Nicarágua em 130º, Honduras em 133º e Paraguai em 150º.
A constatação mais triste para a Transparência Internacional é que dois terços dos 176 países classificados no Índice de Percepção da Corrupção 2012 obtiveram uma pontuação inferior a 50 pontos.
Isso significa que "a corrupção continua fazendo estragos nas sociedades em todo o mundo", segundo a instituição, que aponta expressamente para os países mais afetados da Eurozona pela crise econômica e financeira, pelo nível "decepcionante" de corrupção, segundo o comunicado.

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