Dilma telefona para Obama e pede ampliação de relações Brasil-EUA

 
A presidente Dilma Rousseff telefonou nesta quinta-feira para o presidente norte-americano, Barack Obama, e manifestou seu desejo de ampliar as relações comerciais entre os dois países e realizar uma reunião bilateral em breve, após destacar seu triunfo eleitoral de terça-feira. "Durante a conversa, que durou 10 minutos, a presidente afirmou que a vitória (de Obama) foi importante para o Brasil e para o mundo", segundo um comunicado oficial.
 
Dilma expressou a seu colega norte-americano sua intenção de trabalhar "pela ampliação das relações entre os dois países, em especial nas áreas comercial e de investimentos", acrescentou.
A presidente brasileira também manifestou seu interesse em realizar um encontro bilateral em breve, como os que aconteceram no primeiro mandato de Obama, além de suas reuniões em cúpulas internacionais.
 
O presidente norte-americano "agradeceu o telefonema" e concordou com Dilma no desejo de "fortalecer as relações" entre os Estados Unidos e o Brasil, primeira e sexta economia do mundo, respectivamente. Obama disse que estará focado em resolver os problemas fiscais dos Estados Unidos, mas que gostaria de se reunir com Dilma assim que possível, segundo o comunicado. Barack Obama falou por telefone, nesta quinta-feira, com 13 líderes políticos além de Dilma Rousseff, entre eles o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu e o presidente egípcio, Mohamed Mursi, que o haviam felicitado após a sua reeleição na terça, informou a Casa Branca.
 
O presidente também conversou com as lideranças de Alemanha, França, Reino Unido, Arábia Saudita, Austrália, Índia, Turquia, e Colômbia, segundo seu gabinete.
"Durante cada telefonema, ele agradeceu a seus colegas por sua amizade e por sua parceria. Ele também manifestou o desejo de manter uma cooperação estreita no futuro com esses países", segundo a Casa Branca. Os Estados Unidos são o segundo sócio comercial do Brasil depois de China e ambos os países mantêm boas relações, apesar de algumas divergências em temas como a crise na Síria.

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